terça-feira, 17 de abril de 2012

Como foi contado o tempo? Por que 2012?


Os homens, fazendo a história, criaram várias formas de contar o tempo

Estamos em 2012.

O que significa isso?

Quando se começou há contar esse tempo?

Quem decidiu que fosse assim?



Essa decisão foi tomada numa época em que a Igreja tinha o poder máximo na sociedade europeia.



A História da Humanidade já vinha acontecendo há milênios e muitas formas de se contar o tempo vinham sendo feitas.



Os judeus haviam começado a contar o tempo a partir da saída de Abraão da cidade de Ur, na Caldéia, indo para um lugar bem longe, onde começaria a gerar o povo hebreu. Isso há 5.786 anos.



Os gregos contavam o tempo conforme a realização dos jogos olímpicos; a partir da primeira Olimpíada, há 2.811 anos.



Os antigos romanos contavam o tempo a partir da fundação da cidade de Roma há 2.788 anos.



Os cristãos começaram a contar o tempo a partir do nascimento de Jesus Cristo, chamando cada ano de Anno Domini, ou ano do Senhor, há aproximadamente 2012 anos atrás.



Já os mulçumanos começam a contar o tempo quando Maomé saiu de Meca para Medina, fundando a religião islâmica, há 1413 anos atrás.



Portanto, nós só dizemos que estamos em 2012 porque foi escolhido como o Ano 1 a ano do nascimento de Jesus Cristo.








segunda-feira, 16 de abril de 2012

A importância de se conhecer a História



Quando nós nascemos, já encontramos o mundo, por assim dizer, feito. Cidades construídas, países com os seus governantes, pessoas trabalhando para as outras, lojas, esse papel chamado dinheiro, uma língua pronta para ser aprendida e falada, escola, etc.

A impressão que a gente tem é a de que o mundo foi sempre assim como o encontramos hoje. Que sempre houve cidades e países, gente que manda e gente que obedece; que sempre existiram as fábricas e as máquinas, pouca gente rica e muita gente pobre; ou que as línguas, os números e as ciências já nasceram junto com os homens.

Se bem que, no fundo a gente até sabe que tudo que está aí tem história. Mas, se não procuramos saber como esse mundo veio se fazendo, acaba que nos acostumamos a aceitar tudo como se tudo tivesse sido sempre do jeito que está.

Ou senão, quem sabe, como se a sociedade tivesse sido obra de seres superiores e não de homens e mulheres, pessoas iguaiszinhas a nós.

Assim como é importante que cada um de nós conheça a história de sua vida, para se sentir com segurança de assumir suas próprias decisões e construir o seu caminho, assim também é importante conhecer a história da humanidade, para que possamos assumir a responsabilidade da construção da História em nosso tempo.


domingo, 15 de abril de 2012

Inverso - Caio Silveira Ramos

É difícil não ser poeta.

É difício não saber traduzir em palavras
O amor que se sente
O sonho que se diz sonhar.

Então me sinto pequeno,
Tão ridicularmente medíocre
Que sonho sonhar em ser poeta...

Mas um dia eu acordo
E acordado não invejo o poeta que cria,
Que cria o sonho,
Que inventa amores.

Eu, cidadão do nada,
sonho mais que o poeta e
Amo.
Amo além do verso.

Para mim,
Amor e sonho não se tornam palavras:
ficam guardados, fechados,
Numa inquietude interna,
Lutando entre si, permanentemente.

E por não ser verso,
Meu sonho é muito maior:
Não é possível descrevê-lo,
Quantifica-lo,
Compartilhá-lo com o hoeme que lê,
Sei apenas que sonho. E muito.

sábado, 14 de abril de 2012

Dica de filme

Milagre em santa Anna de Spike Lee.
Se passa no vilarejo italiano de Sant'Anna di Stazzema atacado pelos nazistas em 12 de agosto de 1944.
O filme de Lee narra o périplo de quatro soldados americanos da 92ª divisão Buffalo Soldier, formada apenas de negros.
O filme se baseia num livro homônio de James Mc Bride, escrito a partir do relato dos ex-soldados. Com ele, Lee volta a defender a causa negra, na linha de filmes com Faça a coisa certa e Malcolm X.
Segundo ele, Milagre, "um filme neo-realista afro-americano-italiano", é uma resposta à "mitologia holywoodiana" sobre a Segunda Guerra, que exclui os 1,1 milhão de afro-americanos que lutaram e morreram pelos EUA no conflito. Soldados que foram patriotas no front, enquanto eram tratados como "cidadãos de segunda classe" em seu país, diz ele.
O filme e Lee traz uma cena que não está no livro de Mc Bride: mostra soldados negros impedidos de entrar, por causa da cor da pele, nema lanchonete na Louisiana, em 1942 - enquanto alemães, inimigos no front, tomavam sorvete sem restrições. - G.B.
http://www.youtube.com/watch?v=gWTi4mBNuts

sexta-feira, 13 de abril de 2012

Dicas de Museu on line

Obras do Prado nos mínimos detalhes

Museus que colocam parte de seu acervo na internet não são novidade.

Mas, esse Museu do Prado, de Madri é fantástico visite.

O endereço é:

http://www.google.es/prado

quinta-feira, 12 de abril de 2012

dicas de Turismo Cultural


 

... cidade São Francisco do Sul, no norte de São Catarina.
Atração principal Museu Nacional do Mar único do gênero no país.
Terceira povoação mais antiga do país - a ilha recebeu a expedição francesa de Binot Palmier de Gonneville, em 1504 -, tornou-se vila em 1658, fundada pelos portugueses, e foi transformada em cidade em 1847.  Seu centro histórico tem mais de 100 casas tombadas.

quarta-feira, 11 de abril de 2012

Dicas de livro

Livro: As singularidades da França Antártica
Autor: André Thevet
- o autor fez apontamentos sobre mitos e costumes de índios que viviam no Rio de Janeiro. Seus relatos dariam corpo ao tema do "bom selvagem" na França. ( li da biblioteca, se quiser doar, agradeço)

Livro: Meu destino é ser onça.
Autor: Alberto Mussa
Editora: Record.
Partiu de fontes históricas para recontar o mito, informando o leitor de seu percurso de pesquisa. A partir das informações recolhidas por Thevest entre os tupinambá, ele seguiu pelos escritos de Hans Staden, José de Anchieta, Manuel da Nobrega, Fernão Cardim e outros as fontes do século XVI e XVII. Num primeiro momento, reescreve a mitologia - indígena - ou cria, como diz , "o mito do que poderia ter sido", ou "mito baseado em mitos reais". - G.B.( li da biblioteca, se quiser doar, agradeço)